Ímãs magnéticos: como são usados na medicina

Existe uma infinidade de ímãs no mercado nacional e internacional. Geralmente, eles são divididos em dois grupos. Os naturais, constituídos por magnetita, mineral magnético e por um conjunto de diferentes tipos de óxidos de ferro.

Em contrapartida, há também os ímãs artificiais, produzidos com linhas metálicas, que contam com uma característica parecida com os imãs naturais: o óxido de ferro em sua composição. Além disso, eles são magnetizados por correntes elétricas.

Diante desse cenário, os ímãs possuem uma capacidade de gerar campos magnéticos poderosos, com baixa resistência e alta eficiência e, por isso, tem sido frequentemente aplicados na medicina e em diversos materiais científicos, até em uma resina epóxi.

Com a utilização de Ímãs magnéticos, o setor medicinal apresentou resultados significativos nos últimos anos. Afinal, essa ferramenta contribui com o desenvolvimento de tratamentos avançados, inclusive, em doenças emblemáticas.

Pensando nisso, separamos neste post algumas aplicações dos imãs magnéticos na medicina. Continue lendo e descubra!

Como os ímãs magnéticos são aplicados na medicina?

Como mencionamos anteriormente, os ímãs magnéticos executam um papel de extrema importância na medicina, inclusive, em outros campos do saber, como na produção de uma carroceria de madeira. Dessa forma, eles atuam, principalmente, em diagnósticos avançados, como:

  • Tratamentos de hipertermia para o câncer;
  •  Implantes;
  • Ressonância magnética.

Para exemplificar, as aplicações dos ímãs magnéticos incluem algumas atividades essenciais, como as máquinas de ressonância magnética presentes em hospitais ou campos de pesquisa científicas, como espectrômetros de ressonância magnética nuclear. 

Outro ponto que vale destacar são as frequências de faixa de RF utilizadas em aplicações médicas. Na ressonância magnética, por exemplo, dispositivos modernos baseados em eletromagnetismo podem diagnosticar detalhes minuciosos do corpo humano.

A terapia a base de ímãs magnéticos, que tem como base o tratamento de doenças por meio da aplicação de campos eletromagnéticos pulsados ou radiação eletromagnética no corpo. Esse método é utilizado em diversas doenças, como diabetes, úlceras, asma, etc.

Alguns equipamentos médicos, como scanners e aparelhos de raio X, utilizam a funcionalidade do eletromagnetismo para o seu funcionamento e preservação a longo tempo.

Ímãs magnéticos e a robótica

Com o avanço da tecnologia, os ímãs podem ser utilizados em inúmeras áreas, como as aplicações em corte a laser, que estão totalmente conectados a indústria.

No entanto, falando sobre a medicina, os ímãs magnéticos integram o departamento e a robótica usando ferramentas de cirurgião, como o especialista em oftalmologia, que consegue extrair pedaços de aço do olho de um paciente com eletroímãs.

Na verdade, isso acontece devido o aumento da corrente eletromagnética, que puxa o suficiente até que o metal seja removido com todo cuidado necessário.

Em contrapartida, na microcirurgia, os profissionais estão desenvolvendo eletroímãs que conseguem mover microrrobôs para efetuar cirurgias mais específicas, como abertura de camadas mais complexas de pele.

Portanto, os ímãs magnéticos são dispositivos que trabalham com uma corrente elétrica produzindo um campo magnético e, se um fio é formado em uma corrente elétrica por uma série de voltas, o campo magnético pode ser concentrado dentro dessa ação.

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Esse‌ ‌artigo‌ ‌foi‌ ‌escrito‌ ‌por‌ ‌Beatriz‌ ‌Barros,‌ ‌Criadora‌ ‌de‌ ‌Conteúdo‌ ‌do‌ ‌‌Soluções‌ ‌Industriais‌.‌ 

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