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Ímãs supercondutores são usados em experimento de fusão nuclear

Equipes, europeia e americana, realizaram marcos semelhantes em seus esforços de explorar uma fonte de energia substancial para a luta contra as mudanças climáticas. Cada uma delas produziu ímãs supercondutores.

Cientistas do experimento International Thermonuclear Experimental Reactor (ITER), um reator que utiliza a tecnologia Tokamak, no sul da França, receberam a primeira parte dos ímãs supercondutores de alta temperatura mais poderosos da Terra, que de acordo com seu fabricante, pode levantar um porta-aviões.

Com quase 20 metros de altura e mais de quatro metros de diâmetro quando totalmente montado, o ímã é um componente crucial na tentativa de 35 nações de dominar a fusão nuclear. Cientistas que trabalham em reatores de fusão nuclear estão um pouco mais perto de realizar o sonho da energia limpa e virtualmente infinita.

ímãs supercondutores

Cientistas do MIT e uma empresa privada anunciaram que eles também alcançaram um marco com o teste bem-sucedido do ímã supercondutor de alta temperatura mais forte do mundo. O que pode permitir que a equipe ultrapasse o ITER na corrida para construir um ‘sol na terra.’

Para que esses reatores funcionem, são necessários ímãs para conduzir e confinar o plasma quente dentro de um aparato semelhante a uma rosquinha gigante. Plasmas são gases tão quentes que os elétrons são arrancados dos núcleos atômicos, o que transforma os átomos em íons. Os campos elétricos e magnéticos controlam esses íons e elétrons porque eles têm cargas elétricas. Em temperaturas altas o suficiente, os íons podem superar as forças eletrostáticas repulsivas que existem entre si e se fundir.

O objetivo final é produzir dez vezes mais energia até 2035 do que o necessário para aquecer o plasma, provando assim que a tecnologia de fusão é viável.

ímãs supercondutores

Nossa melhor opção!

Apesar dessa “corrida”, o esforço para dominar a tecnologia de fusão nuclear é mundial e a competição é “saudável”. Todas as nações que contribuem para o projeto compartilham o custo de US$ 20 bilhões e se beneficiam conjuntamente dos resultados científicos gerados.

“Apostar na energia nuclear, ainda é a melhor chance do mundo de reduzir drasticamente as emissões de gases de efeito estufa a zero até 2050.”, disse Frederick Bordry, que supervisionou o projeto.

“Quando falamos sobre o custo do ITER, é um amendoim em comparação com o impacto das mudanças climáticas”, disse ele. “Teremos que ter dinheiro para isso.”

*A OXIMAG não comercializa e nem fabrica esse tipo de ímã*

FONTES: Miami Herald

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Publicado em:Notícias

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